© 2012 by ASEA Group.

Uma unidade de negócios da ASEA Group

asea@aseacursos.com.br | Tel: (19) 4042-8889 |

  • whatsapp
  • LinkedIn ícone social
  • Facebook ícone social
  • Instagram
NOVAS FERRAMENTAS NA ENGENHARIA DE CUSTOS E PREÇOS PARA ORÇAMENTAÇÃO DE OBRAS, SERVIÇOS DE ENGENHARIA E PROJETOS PARA LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO

Horário e local

Dia 14/01/2020 Das 8:30 às 17:30

Palmas/TO

Hotel Girassol Plaza - 101 Norte, Rua NS A, Conj. 2, Lote 4 - Plano Diretor Norte, Palmas - TO, 77001-006 

Tel: (63) 3212-0202

Sobre o evento

Oferecer um curso com o objetivo de dar o imprescindível suporte técnico, jurídico e administrativo para que os participantes tenham conhecimento e informações necessárias quanto a regular conduta e o fiel cumprimento das responsabilidades profissionais daqueles vinculados ao sistema CONFEA/CREA, e demais profissionais envolvidos direta ou indiretamente em licitação, contratação e gestão, etc. de obras, serviços e outras atividades engenheiras. Busca, também, oferecer conhecimentos, informações a respeito de anteprojeto, projeto básico, projeto executivo, memorial descritivo, especificações técnicas e caderno de encargos visando a elaboração de orçamentos para obras e serviços de engenharia.

Oferece, ainda, aos participantes os conhecimentos e técnicas necessárias para capacitá-los a fixar custos e preços e estabelecer diretrizes visando à elaboração eficiente e consistente de orçamentos de obras e serviços de engenharia e o estabelecimento de custos e preços para a elaboração de projetos no âmbito da arquitetura e engenharia. 

A orientação foca tanto o ponto de vista do tomador, o administrador público quanto o da área privada, e, especialmente, na interface entre o ambiente privado e o público, dotando-o das habilidades necessárias à melhoria do relacionamento e comunicação com seus interlocutores no ambiente negocial.

Transmite-se ao participante conhecimento jurídico necessário enfocando a legislação vigente e os Acórdãos, Súmulas e Decisões do TCU.

 

PÚBLICO ALVO

Profissionais do sistema CONFEA/CREA, servidores do setor de engenharia, integrantes de comissões de licitação, procuradores, gestores e fiscais de contratos e profissionais que atuam nos departamentos de controle e gerenciamento de contratos, agentes envolvidos no planejamento e processamento de documentos técnicos, administrativos e jurídicos para a licitação de obras e serviços de engenharia.

 

EXERCÍCIOS E EXEMPLOS

Consiste na apresentação pelo palestrante de diversos exemplos e exercícios práticos pertinentes à orçamentação que serão discutidos e resolvidos durante o transcurso da palestra. O palestrante anunciará os quesitos e indicará as soluções pari-passo nas telas de projeção instaladas no local do evento. Os participantes ficarão de posse do material.

Programa do Evento

1. NOÇÕES TEÓRICAS INDISPENSÁVEIS – ENTENDENDO A TERMINOLOGIA TÉCNICA, JURÍDICA E ADMINISTRATIVA

 

I.  Requisitos para a elaboração de um orçamento

  • Quais são os requisitos indispensáveis para evitar a elaboração de orçamento com preços demasiadamente elevados ou insuficientes para cobrir os respectivos custos? Quais as consequências?

II.  Legislação pertinente à matéria e peculiaridades da regulação das atividades dos profissionais ligados ao sistema Confea/Crea

  • Quais os princípios jurídicos relativos à matéria?

  • Qual a previsão legal a ser considerada?

  • Quais as atividades e atribuições inerentes à pessoa física e jurídica, no exercício da profissão, no âmbito do sistema Confea/Crea?

  • O que se entende por exercício ilegal da profissão e quando ocorre?

  • Os trabalhos executados por profissionais ligados ao sistema Confea/Crea sempre tem validade jurídica?

  • O que o ART define e qual a sua obrigatoriedade?

  • Exercícios sobre o assunto acima.

III.   Fatos inerentes ao planejamento de um empreendimento e sua estruturação

  • Como se processa o sucesso do empreendimento?

  • Quais as atividades e responsabilidades do setor: de pesquisa, financeiro e projetos e orçamentos? 

  • O que se entende por anteprojeto? Qual sua finalidade? É peça preponderante para elaborar o orçamento?

  • O que é projeto básico? Qual sua importância?

  • Qual a distinção entre memorial descritivo, especificações técnicas e caderno de encargos? Qual sua relação com o orçamento?

  • O que diferencia o projeto executivo do projeto básico?

  • Qual deve ser a precisão entre o projeto básico/executivo e o orçamento? Existe alguma limitação legal?

IV.  Conceitos específicos para obras, serviços comuns, serviços de engenharia e serviços técnicos profissionais especializados

  • Como se conceitua obra de engenharia? Como se divide em face da legislação vigente?

  • O que se entende por serviço? 

  • O que é serviço de engenharia? Qual a diferença entre serviço comum e serviço de engenharia?

  • Como definir serviço técnico profissional especializado? Quais são esses serviços?

 

2.            CONHECIMENTOS TÉCNICOS OBRIGATÓRIOS CONCERNENTE A ORÇAMENTOS – ENTENDENDO OS REQUISITOS TÉCNICOS, JURÍDICOS E ADMINISTRATIVOS

 

V.   Método para determinar o preço global do objeto

  • Como estabelecer o preço global ou final de uma obra a ser executada pelo regime de empreitada por preço unitário?

  • No caso de a obra ser executada pelo regime de empreitada por preço global, como determinar o preço global ou final?

  • No regime de empreitada integral como se deve proceder para alcançar o preço global ou final? E no caso da tarefa?

  • Como calcular o preço de serviço técnico profissional especializado? Existe mais de um método? Caso positivo, quais são e qual é o mais usual?

VI.  Descrições, ponderações e peculiaridades

  • O que se entende e qual a importância de um orçamento?

  • Quais as cautelas a serem observadas na elaboração de um orçamento? Como ele é composto? Quais os tópicos ou itens ou requisitos que devem e não devem ser incluídas no orçamento?

  • O que se entende por: “orçamento aproximado”? Por “orçamento específico”? E “orçamento dinâmico”?

  • O que é prioridade de execução do objeto na elaboração de um orçamento? Ela é relevante?

  • O que são insumos e serviços em um orçamento?

  • O que se entende por Leis Sociais? Como é composta?

  • Como determinar o valor dos “Equipamentos de Proteção Individual” – EPI? E o valor do “Vale Transporte”, “Vale Compras” e “Café da Manhã”?

  • O que se entende por “Custo Direto” e “Custo Indireto”? Qual a diferença entre eles?

  • Como definir “Custo”? Como ele é composto?

  • Qual o motivo de se utilizar para definir custos, em operações de compra e venda internacional, os termos INCOTERMS (International Comercial Terms)? O que significam? Quais são?

  • O que se entende por “Despesa”?

  • Como diferenciar custo de despesa? Qual a forma prática de se identificar cada um?

  • O que é “Despesa Indireta”? Quais os tipos de despesas indiretas? Elas devem ou não ser incluídas no BDI (Bonificação e Despesas Indiretas ou Lucro e Despesas Indiretas)?

  • Exercícios sobre o assunto acima.

VII. Determinação de despesas indiretas, lucros e tributos

  • Como se determina as despesas indiretas da sede? O que se entende por despesas indiretas da obra assumida pela sede e despesas indiretas da sede rateadas entre as obras?

  • O que são despesas financeiras? Como calculá-las? 

  • Como definir despesas indiretas do canteiro de obras? Quais são?

  • Como diferenciar despesa indireta de custo indireto?

  • O que se entende por lucro operacional e lucro líquido? Qual a relação entre eles? Na elaboração do orçamento qual deles deve ser considerado?

  • O que é tributo? Quais são os tributos a serem considerados na elaboração de um orçamento? E quais não devem ser considerados em um orçamento?

  • Exercícios sobre o assunto acima.

VIII. determinação do BDI e dos preços

  • Qual a importância do BDI? Como se compõe?

  • Quais os itens que devem ser incorporados no BDI e quais os vedados?

  • O que preceitua a Caixa Econômica e o acórdão nº 325/07 do TCU?

  • O BDI pode ser fixado no Instrumento Convocatório? Por quê?

  • Pode-se calcular a taxa do BDI ou LDI a partir dos valores em reais?

  • É possível determinara a taxa do BDI ou LDI a partir de índices percentuais? Existe faixa referencial de valores para a composição do BDI?

  • É necessário exigir via Instrumento Convocatório à apresentação da composição do BDI ou LDI pelo proponente? Qual é a melhor forma de apresentar esta composição? Qual o modelo de composição do BDI?

  • De que forma o BDI ou LDI deve ser incluído no orçamento de obra? Nos preços unitários ou no final do orçamento?

  • O que se entende por preço? Como ele é composto?

  • O que é “Preço Global” de um orçamento? O que o compõe?

  • Qual a distinção entre “Custo Global” de uma obra e “Preço Global” de uma obra?

  • Exercícios sobre o assunto acima.

IX.      Grau de detalhamento de um orçamento

  • O que se entende por grau de detalhamento, ou nível de precisão de um orçamento?

  • O que é um orçamento estimativo? Como ele é determinado? Quais as técnicas empregadas?

  • O que se entende por CUB? Qual sua aplicabilidade?

  • O que define a NBR-12721/2006? Como ela deve ser empregada?

  • Como se determina um orçamento sintético ou preliminar? E o orçamento analítico ou detalhado?

  • Exercícios sobre o assunto acima.

 

3.            ELEMENTOS E DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS – ENTENDENDO OS REQUISITOS TÉCNICOS, JURÍDICOS E ADMINISTRATIVOS

 

X.     Fluxograma, análise das condições ou condicionantes, pesquisa e planejamento para elaboração passo a passo de um orçamento

  • Qual o fluxograma de elaboração de orçamentos? Como ele é composto?

  • Como proceder a análise das condições ou condicionantes documentais e locais, para possibilitar a elaboração do orçamento?

  • Por que da importância da visita técnica ao local onde a obra será executada?

  • Qual a metodologia a ser adotada para a execução da obra? Como isto se reflete na elaboração do orçamento?

  • O que se entende por cronograma?

  • Como determinar a configuração do canteiro de obras? O que é, e em que consiste o “Layout”? Ela é preponderante para a elaboração do orçamento?

XI.     Levantamento dos serviços, das quantidades e dos custos, de obras e serviços de engenharia

  • Como identificar os serviços? Qual a técnica da codificação dos serviços?

  • O que se entende por atividade? E por etapa? Como codificá-las?

  • Qual é a estrutura da planilha orçamentária concernente às etapas, atividades e serviços? Quais as cautelas que devem ser consideradas?

  • O que se entende por quantificação dos serviços? Quais as cautelas a serem consideradas? A importância dos critérios de quantificação?

  • O que se entende por serviços provisórios e permanentes? Quais os insumos que eles incorporam?

  • Como se define a precisão da quantificação? O que se entende por grandeza exata e por grandeza paramétrica? Qual deve ser adotada e quando?

  • O que é a composição de um serviço? Qual sua importância?

  • Como se processa a composição de um serviço? Quais os principais insumos que devem ser considerados na composição de um serviço?

  • Como se determina o coeficiente de consumo de materiais? O que se entende por perdas e reaproveitamento de materiais? Qual importância do coeficiente de consumo?

  • O que se entende por coeficiente de produtividade de mão-de-obra? Como se calcula o referido coeficiente? Qual a sua importância?

  • O que é e para que serve a determinação da produção da equipe mecânica (máquinas, equipamentos e veículos)?

  • Quais são os principais elementos de terraplanagem?

  • Como calcular: o volume de corte, o volume solto, o volume compactado, empolamento, fator de conversão e contração?

  • O que se entende por quadro de relação de volumes e como determiná-lo?

  • O que é disponibilidade mecânica, eficiência operacional, fator de eficiência, fator de carga e momento de transporte?

  • O que é tabela de Produção de Equipe Mecânica - PEM? Como ela deve ser preenchida? Para que serve?

  • O que se entende por levantamento de custos?

  • Como se procede ao levantamento custos de materiais? Quais são os aspectos e critérios que devem ser analisados?

  • No caso do levantamento de custos da mão-de-obra, como se deve proceder? Existe diferença entre o custo de homem-hora diurno e homem-hora noturno? Qual é a diferença?

  • O que é, e como proceder ao levantamento de custos de máquinas e equipamentos? Quais os cuidados a serem tomados quando do levantamento dos mesmos?

  • Como determinar o custo hora de máquinas e equipamentos?

  • Como se calcula o custo horário de depreciação de máquinas e equipamentos? E o custo horário de juros? E o custo horário de operação?

  • Qual é a forma de se calcular o custo unitário direto do serviço? E o preço unitário do serviço?

  • Como utilizar a Planilha de Composição de Preço Unitário do Serviço? Sua apresentação na licitação é obrigatória?

  • O que se entende por planilha orçamentária? Como ela é composta? Ela é de custos ou preços?

  • Quem deve subscrever a planilha orçamentária e orçamentos complementares sujeitos à formalização de aditivo contratual?

  • Exercícios sobre o assunto acima.

XII.    Levantamento de custos de projetos

  • Quais as definições usuais utilizadas em projetos concernentes à arquitetura em geral?

  • Quais as modalidades de levantamento de custos de elaboração de projetos referentes à arquitetura?

  • Como se calcula o custo de elaboração do projeto?

  • O que se entende por redutor para projetos com dependências repetidas?

  • Como determinar os custos de elaboração dos demais projetos?

XIII.  Jogo de planilha

  • O que se entende por jogo de planilha ou jogo de preços?

  • Qual a origem do jogo de planilha (desbalanceamento ou maquiagem) nos orçamentos de obras ou serviços de engenharia?

  • Qual a técnica a ser empregada para se evitar o jogo de planilha, sem proceder a desclassificação da proponente?

  • Como proceder a correção do cronograma físico-financeiro e a planilha orçamentária em face da constatação de jogo de planilha?

  • Exercícios sobre o assunto acima.

XIV.   Curva ABC e cronogramas

  • O que se entende por curva ABC e qual é sua composição?

  • Quais os critérios a serem utilizados para a determinação da Curva ABC?

  • Qual é a utilidade da Curva ABC?

  • O que se entende por cronograma físico e cronograma físico-financeiro?

  • O que é um cronograma de suprimento de materiais? Para que serve?

  • Exercícios sobre o assunto acima.

Instrutor

Rolf Dieter O. F. Bräunert

Engenheiro Civil. Professor da Universidade Federal do Paraná – com pós-graduação em Planejamento e Projetos de Desenvolvimento Regional na Universidade de Hannover – Alemanha. Especialização em Planejamento, Projetos e Construções na Universidade de Stuttgart - Alemanha. Estágio no Departamento de Edificações no Hochbauamt Stadt Köln em Colônia (Alemanha). Professor de pós-graduação da UNIBRASIL Faculdades Integradas do Brasil em Curitiba - curso “Licitações e Contratos Administrativos” desde 2011. Palestrante em seminário realizado no Instituto para o Planejamento Regional na Universidade de Hannover. Especialista em licitações no âmbito nacional e internacional, há mais de 40 anos. Consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em órgãos federais e estaduais em licitações financiadas com recursos do BID e BIRD. Presidente de inúmeras Comissões de Licitação entre elas a licitação do Museu Oscar Niemeyer (Olho) em Curitiba, Arquivo Público – Curitiba, ampliação da TVE do Paraná e palestrante em inúmeros eventos realizados no Brasil. Consultor e Instrutor da Asea Group.

Investimento do Evento

R$ 4.080,00(Incluso Coffee Break, certificado de participação, material didático).

​​

Forma de Pagamento do Investimento:

Deposito em conta corrente

 

ASEA CORPORAÇÕES E DESENVOLVIMENTO LTDA

CNPJ N. 16.962.818/0001-25

Banco Itaú (341)

Agência 7182

C/C 07709-4

 

Outras opções de Pagamento com consulta previa a ASEA:

Cartão de Crédito através do PayPal ou PagSeguro;

Boleto Bancário (opção válida até 7 dias antes do evento)

​​Importante: para garantir sua vaga é necessário o pagamento seja realizado em até 7 dias antes do evento.

​​​​Informações e Inscrições

​Tel./fax: (19) 4042-8889

cursos@aseacursos.com.br

​​​

Observações Importantes

1. Data limite das inscrições com os benefícios oferecidos em até 7 dias do evento.

2. Os inscritos que queiram fazer reservas de hospedagem, deverá contatar diretamente o Hotel para ter o benefício de convenio ASEA GROUP.

 

Assistência ASEA

Na ASEA, o processo de aprendizado não termina com a finalização do curso. Os participantes recebem assistência direta do instrutor do curso, via e-mail, por mais 30 dias após o encerramento das aulas, para solucionar dúvidas e discutir questões que possam surgir na prática e que estejam relacionadas aos temas abordados em sala de aula. Sendo limitado ao total de 3 horas de consultoria.

 

Para quantidades maiores e para casos específicos, entrem em contato conosco e assine um de nossos planos de Consultoria.

 

Material Didático

Os participantes recebem material didático em forma de apostilas, livros ou cópias de outros documentos, para o acompanhamento da explanação, caneta e bloco de anotação.

 

Certificado de Participação

Os participantes receberão o certificado, desde que obtenham 85% de frequência.

 

Benefício Exclusivo!

Participe dos nossos cursos e tenha acesso gratuito, durante 30 dias, 03 consultas por e-mail.

Os clientes participantes de nossos cursos, além de contar com descontos nos cursos futuros pela fidelidade, contará também com tratamento diferenciado para todos os produtos oferecidos pelas demais empresas da Asea Group.